COMPARTILHANDO FATOS, IDÉIAS E VIDA ENQUANTO CAMINHAMOS

2 de jun de 2007

Caminho da Graça: “É tão bom, tão bom... QUE EU NÃO VOU NÃO!”

Amigos Caminhantes,

Estamos trocando cartas faz um tempo.

Nesse período, o “Caminho da Graça” foi estabelecido em Santos, a sua cidade (que não é tão grande). Todo domingo faz reuniões regulares na Estação, além dos grupos caseiros que se reúnem no meio da semana.
Porém, há muito já venho percebendo um padrão comportamental a ser desformulado entre ex-evangélicos dês-congregados que frequentam o www.caiofabio.com .
Muitos admiradores do “Caminho” nunca se tornaram freqüentadores, mesmo esporádicos. Troco emails toda hora com muita gente que nunca fez uma única visita que seja ao local de reuniões. É assim em Santos, São Paulo e em todo lugar; por motivos que só cabe a cada um discernir. Cada um é um universo particular, e a última coisa que eu estou fazendo aqui é cobrar compromissos "à antiga".
Todavia, a grosso modo, arrisco-me, com todo respeito às particularidades, a diagnosticar uma tendência de fundo psicológico importante.

Veja: Às vezes, o cansaço, a desilusão e a incredulidade auto-protegem quem prefere não ver como é para não se decepcionar. Para os tais, o “Caminho” dar em nada é só o que falta para o fatal “meu mundo caiu!”. De modo, que o “Caminho da Graça” virou um referencial utópico idealizado e romântico que embala a fantasia de quem precisa que “o bem vença no final” para poder acreditar que Deus é Deus ainda! O medo de descrer é tanto, que eles nem se aproximam para que o ideal construído em suas mentes não seja ameaçado. Têm medo de chegar lá e encontrar gente como eles mesmos: cínicos, desconfiados e gélidos! Permanecem entocados na virtualidade e intocáveis na real-idade, enquanto tantos pedem ansiosos por uma Estação em suas cidades! Não sei se me fiz entender...

Mas amigos, creiam-me: Se fazer o Caminho já é bom, imagina fazê-lo no “Caminho” também!
“Qual a diferença, se é tudo tão parecido com uma igreja?” - você pode perguntar, por força das desconfianças e más memórias.

Ora, eu lhes digo, então: a Estação pode se reunir até dentro de um tribunal que a ambiência não será de juízo, e ninguém tem autoridade para medir ninguém!

A Estação pode se reunir dentro da Prisão que o clima é de liberdade des-algemada!

Pode se reunir no Vaticano que ninguém terá contexto para virar um santo mandão e nem se farão ritos sem sentido, senão somente aqueles que aparecem carregados de informalidade e natural ocorrência, como são as coisas do Espírito!

A Estação pode se reunir dentro do Mar Morto que o espírito do lugar é de Vida, pois lá não ficamos amargando ressentidos com as perdas do passado, mas revigorando as forças para encarar o Hoje, e discerni-lo como tempo de Salvação para a alma abatida!

Enfim, a Estação pode se reunir dentro de um aquário, que haverá espaço para todos os navegantes!

“Lá!” é só um lugar... qualquer lugar... O clima, entretanto, nós que o fazemos!

E se todo lugar onde dois ou três se reúnem em Seu nome, Ele está, reunir-se em seu Nome precisa fazer do encontro aquilo que Ele mesmo é!
Se Jesus está, se parece com Ele! Senão Ele não está! E se Ele não está, tudo não passará, em nosso contexto, de encontro de insatisfeitos filósofos de esquina pró-reformistas sindicalizados! Os “protestantes” contra os Protestantes! “Cantamos e vocês não dançaram! Lamentamos e vocês não choraram!”
Não julgo ninguém, e com carinho por todos, peço que reflitam a respeito e, por fim, arrisquem-se... De novo!

Marcelo

2 comentários:

Rodrigo disse...

Oi, achei teu blog pelo google tá bem interessante gostei desse post. Quando der dá uma passada pelo meu blog, é sobre camisetas personalizadas, mostra passo a passo como criar uma camiseta personalizada bem maneira. Até mais.

Rodrigo disse...

Oi, achei teu blog pelo google tá bem interessante gostei desse post. Quando der dá uma passada pelo meu blog, é sobre camisetas personalizadas, mostra passo a passo como criar uma camiseta personalizada bem maneira. Até mais.