COMPARTILHANDO FATOS, IDÉIAS E VIDA ENQUANTO CAMINHAMOS

23 de fev de 2008

DISCERNINDO E ARRANCANDO RAÍZES DE AMARGURA

A amargura é quase sempre imperceptível para quem, amando o que é bom, a sofre.

Isto porque, em geral, quem se preocupa com algo como a amargura, o faz por não aceitá-la em si mesmo; e, por tal razão, veste-a com as roupagens do "direito", da "justiça", da "realidade", da "inegabilidade da ofensa sofrida", dos "fatos", das "cronologias", das "acumulações de justiça-própria"; e até mesmo cobre-se com "verdade confessada" pelo sujeito-objeto de sua amargura — e, assim, o amargurado não se sente amargurado, mas sim injustiçado. [leia+ aqui]

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